Partindo da obra de Afonso Cruz, “Vamos comprar um poeta”, os alunos dos 8.ºB, C, D e 9.ºA e C foram desafiados e convidados pela Biblioteca escolar/ professoras de Português a irem às compras e consumiram com inteligência! No blogue da Biblioteca podes encontrar um padlet em que apresentamos as suas compras. Os alunos descrevem ou traçam o retrato do "seu" poeta, apresentando as suas características e dando-nos conta até do preço que deram por eles!
Deliciem-se com estas obras de arte!

Manuela Balseiro e Susana Silva

Sinopse da editora WOOK

"Numa sociedade imaginada, o materialismo controla todos os aspetos das vidas dos seus habitantes. Todas as pessoas têm números em vez de nomes, todos os alimentos são medidos com total exatidão e até os afetos são contabilizados ao grama. E, nesta sociedade, as famílias têm artistas em vez de animais de estimação. A protagonista desta história escolheu ter um poeta e um poeta não sai caro nem suja muito - como acontece com os pintores ou os escultores - mas pode transformar muita coisa. A vida desta menina nunca mais será igual…
Uma história sobre a importância da Poesia, da Criatividade e da Cultura nas nossas vidas, celebrando a beleza das ideias e das ações desinteressadas."

TRABALHOS DOS ALUNOS

Comprar um Poeta

Quando entrei na loja, vi vários poetas, estava indecisa entre alguns, mas acabei por escolher um.
Bem, na verdade não era um poeta, era uma poetisa e chamava-se Anita! Era nova, tinha por volta de 16 anos. Tinha uma estatura média e era bem constituída, era nova, tinha cabelo castanho-claro ondulado e olhos verdes. Usava um vestido azul-claro com flores e tinha calçadas umas sapatilhas brancas!
Ela era muito alegre, bem-disposta, divertida, criativa e sonhadora. Gostava de escrever poemas simples, pequenos e sem palavras “caras”, mas que tivessem algum significado importante para ela e, possivelmente, para quem os lia!
Para além de escrever, ela adorava viajar para poder conhecer novas pessoas e novos locais. Os sítios que ela mais gostava de ir eram ilhas paradisíacas, com muito mar, desertos, pois achava-os de certa forma misteriosos e montanhas que têm muito ar puro e uma vista fantástica! Usava estes sítios como principais inspirações para os seus poemas!
Gostava de comer arroz de pato, bolo de chocolate, framboesas, amoras, chocolate quente, mas não podia comer o que gostava todos os dias! Tinha de comer umas barras estranhas próprias para poetas e poetisas...
Achei-a perfeita para mim pois todas características que ela tinha eram as que eu aprecio mais num poeta, por isso acabei por comprá-la!

Carolina, 8.ºD

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Comprar um poeta

Se eu fosse comprar um poeta ele tinha de ser peça única, artigo raro e de ser valioso pois desde pequenino ouço dizer que bom e barato é coisa rara.
um poeta fingidor, capaz de provocar sentimentos contraditórios nas pessoas que o estivessem a ouvir, capaz de fazer rir, chorar, e pôr todos a pensar.
um poeta com voz ampla e sonante para todos o ouvirem e também capaz de representar de forma tão intensa e original, digna de um óscar.
Por último, mas não menos importante, o meu poeta deveria ter uma imaginação do tamanho do universo capaz de nos transportar pelos mais diversos cenários sem sequer sairmos do lugar.

Este seria o poeta que, com toda a certeza, eu iria comprar.

FIM

Rodrigo Fernandes 8D

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O mistério da loja que vendia poetas

Numa rua algures no Porto, estava eu a passear e, nessa mesma rua, começaram a aparecer folhas com versos coladas em árvores. Eu, como sou uma amante de poemas e tinha uma curiosidade enorme, decidi ir apontando os versos que lá apareciam. No final dessa rua havia um grande cartaz a dizer: “Se gostaste do meu poema segue as setas e vais ter a uma loja onde poderás comprar um poeta ao teu gosto”. Quando eu li isto pela primeira vez, achei que era uma brincadeira, mas depois pensei que não ia perder nada. Então embarquei nesta aventura.

Passado algum tempo comecei a ver uma loja onde dizia “Vendem-se poetas”. Entrei e encontrei um senhor que me perguntou que tipo de poeta é que eu queria. Eu respondi-lhe que queria um poeta que escrevesse de coração, alma e sentimento, e sábio. O senhor foi lá dentro e passado pouco tempo apareceu com um poeta tal e qual como pedi.
Eu e o poeta fomos juntos dar um passeio até ao mar e ele disse-me que este era o melhor local para se inspirar e que só comia gelado. Tornámo-nos os melhores amigos e ficámos felizes.

Laura, 8.ºD


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Vamos comprar um poeta?

Vesti-me e fui às compras porque estava um dia horrível de chuva, e eu estava muito aborrecida. Mas algo estranho se passava, andavam a vender poetas! Fui espreitar. Havia de todos os tamanhos e aspetos, mas qual iria eu comprar? Estava a sair da loja já desanimada até que avistei um poeta diferente de todos. Tinha óculos e era alto e tinha uma etiqueta. Nela dizia que o seu nome era Manuel Sousa e que valia 89,99 euros. Na etiqueta também descrevia o poeta, dizia que este escrevia sobre coisas sérias e temas importantes de uma forma mais engraçada, e já nem precisei de ler mais nada. Parece que ganhei um poeta e um companheiro.


Trabalho realizado por: Mariana Santos


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VAMOS COMPRAR UM POETA

Este poeta custa 25 euros por estes diferentes motivos:

• o primeiro aspeto deste poeta é que ele tem muita boa expressão, é expressivo no que escreve;
• é um poeta sonhador;
• também pensa muito no que há de escrever, é muito profundo naquilo que escreve;
• é muito simpático;
• um dos seus belos atributos é a sua voz.

O último aspeto positivo, e o melhor para mim, é ele ter uma imaginação fora da caixa.

O aspeto negativo, até porque ninguém é perfeito, no meu poeta é ser muito tímido e irritar-se muito facilmente.

Este é o meu poeta, queres comprar?


Leonardo, 8.ºD


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Vamos comprar um poeta?

Acordei! Lembrei-me que era dia de compras, sim, porque à quinta feira é dia de compras no mercado, e o melhor mercado para compras sem dúvida que é o mercado do Bolhão. Vesti-me, tomei o pequeno almoço e fiz-me ao caminho. Comprei fruta, carne, peixe e legumes, e já com as compras finalizadas, reparei na existência de uma nova banca fora do normal. Não era bem a banca que era diferente, mas sim o que ela vendia - poetas! Onde é que já se viu venderem poetas num mercado? Curiosa, fui espreitar. Uns mais altos, mais baixos, com óculos e sem óculos, mas não havia nada que me chamasse à atenção. Procurei, procurei, e reparei num baixinho com uns óculos redondos e com uma barba muito engraçada, com a devida etiqueta a identificá-lo - “Frederico Santos, faz poesia romântica, é bastante engraçado, em tudo o que pode usar ironia usa, o que faz com que ninguém o leve a sério, 145,99 euros”. Bem, gostei da parte da ironia, é engraçado e tem um preço não muito por aí além, portanto, levo. Fiz uma compra extraordinária, não penso em me arrepender tão cedo, ganhei uma nova companhia que por sinal é incrível!

Marta Ferreira
8ºD
23593
25/03/2021

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Vamos Comprar um Poeta?

Num certo dia decidi ir à nova loja no fundo da rua onde moro e que, pelo que dizia num letreiro, vendia poetas.
Quando entrei na loja, fiquei estupefacto com a quantidade e variedade de poetas que lá existia. Dirigi-me ao Sr. Garcia, o dono, que me disse que a loja tinha mais de 2 mil poetas oriundos de todos os continentes.
Enquanto admirava a loja, deparei-me com um poeta com um ar simpático, tranquilo e inteligente, de bigode comprido e cabelo grisalho, com uma boina cinzenta, uma camisola de lã branca, umas calças de sarja cinzentas e uns sapatos pretos muito bem engraxados que me “chamou à atenção”. Era mesmo o estilo de poeta que eu procurava!
Perguntei ao Sr. Garcia o que poeta comia e ele disse-me que o poeta não era muito esquisito, mas que uns recursos expressivos e umas estrofes era o ideal para uma dieta saudável. Falou-me também que este poeta apreciava ambientes muito calmos e tranquilos, pois era dessa forma que se sentia inspirado.
Foi este o poeta que escolhi! Levei-o comigo, esperando tratar-se do início de uma boa e longa amizade e acreditando que tenho tudo a aprender com ele.

(Anónimo)

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Vamos comprar um poeta

Quando se pensa num poeta, pensamos em alguém excêntrico. Pensamos em alguém que seja dramático e exagerado. Mas eu acho que um bom poeta não é nenhuma dessas coisas. Claro que pode sê-las, mas não necessariamente. Para mim, um poeta é uma artista como todos os outros, com paixão na alma. A paixão ardente por escrita. Alguém intenso, alguém que goste de falar dos seus sentimentos. O meu poeta pode ter uma aparência qualquer pois um bom poeta não tem de ser louro ou moreno, simplesmente tem de ser um bom escritor. Aliás, quero o poeta mais diferente de todos os outros poetas para este se destacar mais dos outros. O meu poeta tem de gostar de lugares calmos onde se oiçam os pássaros a chilrear e a cantar, onde se veja o lindo pôr do sol. Tem de ter uma alimentação saudável onde segue uma dieta equilibrada. O seu temperamento tem de ser um médio entre calmo e irritado, pois não pode ser muito calmo, mas o suficiente para pensar logicamente em situações de pressão e não pode ser muito irritado, mas o suficiente para ter bons poemas que têm sempre um pouquinho de raiva.

Maria, 8.ºD

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Comprar um poeta


Na loja havia poetas muito diferentes uns dos outros, mas eu gostei de uma que era alta e magra e tinha cabelo encaracolado. Tinha vestido uma camisola branca com riscas pretas,um casaco de napa preta, umas calças de ganga preta e umas sapatilhas brancas de marca.
A poeta comia frutas e verduras e, às vezes, alguns doces e gostava de ir à praia.
O vendedor disse que ela era sanguínea, o que não me agradou muito, pois queria uma poeta que fosse melancólica mas, mesmo assim, comprei-a e não me arrependo porque apesar de ser sanguínea, ela é uma ótima companhia.


Mariana Correia 8ºB


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Vamos comprar um poeta.


Os aspetos físicos do meu poeta são 1,70 de altura, com barba pequena, magro, cabelos castanhos mais ou menos compridos e olhos azuis. Usa calças de ganga, uma camisola preta com uma frase escrita em inglês e umas sapatilhas pretas.
O meu poeta gosta de comer morangos, lasanha, bolo de bolacha, salada de fruta, salada, bacalhau com natas, maçã, azeitonas, tarte de amêndoa, tarte de morango, batido de frutas.
Ele prefere ambientes bem calmos, para poder ler ou escrever e paisagens verdes, para desenhar e se inspirar.
Ele é bastante explosivo e a liderança é um dos seus pontos fortes, tem muita energia e uma grande facilidade para trabalhar com planeamento. Lida com várias situações da vida de maneira prática, acaba por ser impaciente e intolerante.


Raquel Barbosa 8ºC


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Vou comprar um poeta


Nesta vida, procuro consumir com inteligência comprando um poeta. Não comprarei um poeta antipático; não posso escolher um poeta qualquer. O meu poeta tem que ser alto, olhos azuis, cabelo castanho cacheado, romântico, alegre, sonhador, inteligente, paciente; uma pessoa que goste de ir caminhar à beira mar, fazer exercício ao ar livre, ver o mar, ver o pôr do sol. A sua estação favorita é o verão e come sempre coisas saudáveis, por exemplo, saladas. Gosta de se vestir com roupas confortáveis e deverá ser uma pessoa que me incentive a gostar mais de poesia. O assunto mais importante da poesia dele é o amor ou a sua vida. Na sua poesia fala sobre pessoas importantes, no seu tempo livre ele gosta de estar com a sua família, filhos e amigos. Este seria um poeta que me traria paz e alegria à minha vida.


Beatriz Bastos 8ºC

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Vamos comprar um poeta?


Uma vez, eu fui à loja com o meu pai, para comprarmos um poeta. Desde sempre que queria ter um, por isso o meu pai quis fazer-me a vontade. Nenhum dos que estavam na montra da loja ou na parte da frente desta me chamou à atenção. O senhor disse que os que estavam na parte da frente da loja eram os que as pessoas gostavam mais, os “preferidos”. Por isso decidi ir à parte de trás da loja, onde estavam os poetas mais velhos, esquecidos. Imediatamente um chamou-me à atenção: era alto, vestia um casaco de malha verde escuro e usava também um cachecol verde, mas um verde mais claro. Vestia umas calças de ganga azuis claras, um pouco rasgadas na zona dos bolsos da frente. O cabelo dele era castanho e estava penteado para trás, deixando um fio de cabelo na parte da frente da sua cara caído, encaracolado. Usava uma boina vermelha, que estava meio caída para o lado. A sua barba era única, era castanha e longa, mas o seu bigode e a pêra da barba eram loiras, algo muito original e que me chamou à atenção. A pele também estava enrugada de tanto sorrir! Os seus olhos eram tão bonitos, de um azul que não consigo descrever, teriam de ver por vocês mesmos! Tinha as sobrancelhas um pouco despenteadas. Usava numa só orelha um brinco comprido, vermelho, com uma gema reluzente vermelha. O seu brinco tinha algumas partes pintadas de dourado. Calçava uns sapatos castanhos envernizados, com uma sola baixa. De lado, lia-se na etiqueta o seguinte: uma pessoa dedicada e sensível, interessada e criativa mas, por vezes, pode acordar de mau humor! Gosta de comer rojões, bacalhau, pataniscas e muito mais! Gosta de ambientes com muita gente, onde se fale alto!
Depois de ler aquilo disse: Bem, parece que encontrei o meu poeta!

Filipa Paiva 8ºC

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Comprar um poeta

Quando entrei na loja eu vi vários e vários poetas. Mas houve um que chamou-me a atenção, era um poeta novo, deveria ter cerca de 20 anos, ele era magro e tinha cabelos castanhos bem claros.
Ele era alegre e sorridente, vestia um sobretudo preto que me deixou deslumbrado, suas sapatilhas eram vermelhas e grandes, talvez demasiado grandes para seus pés, ele parecia o género de pessoa que não costuma falar muito com desconhecidos ele mas é extremamente brincalhão com os que lhe são próximos.
Seus hobbies são bastante incomuns, isto porque ele gosta de visitar e aprender sobre os lugares mais perigosos e disso tirar lições a não se esquecer. Ele odeia estar aborrecido e fica desanimado quando não tem nada para fazer, ele também enjoa fácil das coisas então, está constantemente aborrecido.
Para escrever os seus poemas ele gostava de usar experiências da sua vida como base e também gostava de misturar palavras simples e fáceis com palavras longas e difíceis. Nos seus poemas ele costuma tentar passar os seus objetivos por meio de um sentido figurado que permita que o leitor seja aquele que dá sentido ao seu texto.
Eu achei-o incrível pois ele tinha todas as características que eu aprecio, tanto num poeta quanto numa pessoa. Acabou que não me vi com outra escolha senão comprá-lo.


Iago Veras 9ºA

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Comprar um Poeta


Quando estava na loja, vi muitos poetas, mas houve um que me chamou muito a atenção.
Parecia ser novo demais para ser poeta, mas era mesmo um! Devia ter mais ou menos uns 17 ou 18 anos, o nome dele era Pedro, ele era muito alto, tinha um ar muito arrogante e era bastante magro. Ele tinha uns pés muito grandes e a maneira como ele se vestia era muito diferente da dos rapazes de 18 anos que estamos acostumados a ver, tinha um ar muito intelectual e parecia ser o mais inteligente da loja. Levava dois livros de poesia na mão, estava a usar um óculos redondos, tinha uma camisola castanha escura de lã, umas calças bege, um cinto e uns sapatos castanhos.
Ele tinha poucos amigos, era introvertido e falava muito pouco, amava ler e ver filmes, pensava muito em poesia.
Amava viajar, principalmente para Londres e Paris, pois amava a cultura, a comida, sabia falar inglês e francês. Pedro adorava andar de bicicleta nas ruas de Paris ,fazer piqueniques no parque e visitar vários museus em todo mundo. As viagens que fazia serviam de inspiração para a sua poesia.
Gostava de comer massa carbonara, croissants, Petit Gateau, pêssegos e um bom pequeno almoço britânico.
Eu achei-o perfeito para mim, e identifiquei-me muito com ele, por isso comprei-o.

 

Lara Pinto 9A

Para veres todas as ilustrações criadas pelos alunos, clica na imagem seguinte:

 

capa livro

 

AN poeta

 

AN poeta1




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