O espaço exterior da Escola Básica de Fundo de Vila é um espaço em terra, com bastantes árvores e vegetação, onde as crianças têm a oportunidade de observar os pássaros, os insetos e as plantas.

As crianças, sempre que encontram insetos ou plantas/flores, têm a curiosidade de os observar ao pormenor, utilizando as lupas que estão ao seu dispor. Além disso, a fim de aprofundarem os seus conhecimentos, recorrem a pesquisas na Internet e a livros que estão disponíveis na Biblioteca da Escola. Já na horta, existem vários tipos de plantas (hortelã, alecrim, girassol, tremoços, alho-francês, arruda,…) e a visita dos insetos polinizadores é frequente.

A tecnologia rodeia-nos e a escola não pode ficar alheia a esta realidade. Neste sentido, o COKO veio ao jardim de infância de Fundo de Vila. Sabem de que se trata? Pois bem, o COKO é um crocodilo robô muito simpático que proporciona às crianças muita alegria e diversão e foi através dele que as crianças deram os primeiros passos no mundo da programação.

Assim, colocaram as peças de comando nas costas do crocodilo e, ao som de uma música, o robô executou um percurso, depois de dormir a sua sesta.

Ser solidário é um estado de espírito… é um sentimento de responsabilidade com o outro, procurando sempre fazer o possível para ajudar quem mais precisa!

Foi com esta premissa que a turma do 1º B, da Escola Básica de Fundo de Vila, contactou a Associação de Jovens «Ecos Urbanos» com o objetivo de ajudar na recolha de bens alimentares na época natalícia.

No final desta recolha, o Assistente Social Carlos, representando a associação, deslocou-se à Escola para levantar os bens recolhidos. Aproveitámos a sua presença para fazermos uma pequena palestra sobre o que é ser solidário, sensibilizando os mais pequeninos para esta temática.

No âmbito do projeto DAC, os alunos do 3.ºB da Escola Básica de Fundo de Vila realizaram diversos trabalhos, durante este ano letivo. Entre estes, destacam-se as pesquisas efetuadas na internet sobre as causas e os efeitos dos incêndios florestais que aumentam, por esta altura, com a chegada do verão e as consequentes temperaturas mais elevadas, afetando o nosso país e inquietando a população que vive, sobretudo, em zonas mais rurais.

Além das pesquisas, os alunos construíram, também, textos em suporte digital com algumas sugestões e medidas de prevenção para se colocarem em prática, neste verão.

Todos juntos podemos fazer a diferença! E assim será!

No âmbito das celebrações do 25 de abril de 2023, a Assembleia e a Câmara Municipais da cidade desafiaram, de novo, as escolas do concelho a participarem no concurso de cartazes subordinado, nesta edição, ao tema «Memórias da Luta pela Liberdade».
Os alunos da Serafim Leite, miúdos e graúdos, arregaçaram as mangas e puseram a render a sua imaginação, tendo nascido trabalhos, nos quais estiveram envolvidos 105 alunos do Agrupamento, que, efetivamente, nos fazem viajar para 1974, o ano de grandes conquistas lusitanas, em todo o território português.
Este ano, a aluna Inês Miranda, do 10.ºB, foi agraciada com o 1.º lugar no Ensino Secundário. Oxalá continuemos a celebrar (e a viver) a liberdade no nosso país por longos tempos!

Celebrarabril

Do programa de Português, do 11.º ano, fazem parte prestigiadas obras criadas por nomes sonantes do panteão nacional: Eça de Queirós, Camilo Castelo Branco e Almeida Garrett. Assim, na visita de estudo, que teve lugar nos dias 18 e 19 de maio, os alunos do 11.º A e B, acompanhados pelas docentes Dina Sarabando, Sónia Aires e Teresa Sousa, no âmbito do estudo das obras «Os Maias», «Amor de Perdição» e «Frei Luís de Sousa», respetivamente, percorreram espaços emblemáticos relacionados com o referido programa, na vila de Sintra e na capital, embora não tenham faltado, igualmente, referências a outras obras do corpus textual do Ensino Secundário.

Deste modo, diversos foram os recantos de Portugal que encantaram os alunos da Serafim Leite e que os ajudaram a aprofundar os seus conhecimentos literários, culturais e artísticos.

Esta iniciativa incluiu, logo no primeiro dia, depois de uma viagem de, sensivelmente, quatro horas, desde S. João da Madeira, uma entrada no Palácio Nacional de Sintra, ex-libris da vila e um exemplar único da arquitetura civil portuguesa. É constituído por várias edificações, à volta de pequenos pátios, sobressaindo duas chaminés da cozinha gótica. O seu aspeto atual deve-se a duas etapas de obras: à primeira, no reinado de D. João I, ficou a dever-se o corpo do edifício; e à segunda, no reinado de D. Manuel I, a riqueza do interior do palácio. Portanto, ao contemplar esta obra de arte nacional, de acordo com o que ia sendo explicado pelas guias, conseguimos, igualmente, viajar rumo às obras de Fernão Lopes («Crónica de D. João I»), às cantigas de amigo de D. Dinis e a Camões («Os Lusíadas»). Aliás, uma fantástica informação que todos retivemos foi o facto de ter sido precisamente no Palácio Nacional de Sintra que teve lugar a leitura d’ «Os Lusíadas» ao rei D. Sebastião.

Depois de completarmos a visita e após muitos “clics” para a posteridade, o passo seguinte foi o já desejado almoço. Fomos saindo, de forma a nos reunirmos junto à entrada do Palácio de Sintra. Os alunos da Serafim foram dispersando, escolhendo o seu cantinho para o almoço, embevecidos pela linda paisagem circundante e os múltiplos turistas que têm crescido, ano após ano.

Seguiu-se o percurso queirosiano cuja finalidade era dar a conhecer aos visitantes serafinos o ambiente oitocentista desta vila, que o grande prosador Eça de Queirós utilizou como “palco” em diversas obras. Começámos, então, o referido roteiro queirosiano, habilmente descrito na obra, como parte integrante de um dos momentos altos do enredo d’ «Os Maias», concentrado no capítulo VIII, em que Carlos da Maia, numa busca incessante pela amada – e irmã - Maria Eduarda, desloca-se, acompanhado de Cruges, a vários hotéis (Nunes, Lawrence e Seteais), considerados os melhores situados e com a mais bela paisagem envolvente, quer natural, quer monumental da vila. Por isso, o primeiro ponto desta visita foi o Hotel Nunes, entretanto restaurado, onde Carlos da Maia e Cruges ficaram hospedados e onde encontraram Palma Cavalão e Eusebiozinho, acompanhados de duas prostitutas espanholas, Concha e Lola. Ao longo deste percurso, os alunos, distribuídos por grupos, previamente formados, foram cumprindo um peddypaper, de acordo com os locais a visitar, através de perguntas e de fotografias. Há a referir, também, o facto de os próprios alunos terem «vestido» o papel de guias turísticos, nesta caminhada por Sintra.

O passeio pelo centro histórico da vila velha continuou seguindo-se o Hotel Lawrence. Este é o hotel mais antigo e, outrora, um dos mais requintados da Península Ibérica, onde Carlos da Maia jantou com Alencar um prato que, ainda hoje, consta da ementa do hotel, «Bacalhau à Alencar». Continuámos a nossa caminhada até chegarmos à Quinta da Regaleira, terminando o trajeto em Seteais, onde os alunos se deslumbraram com o seu grandioso jardim e o seu sui generis arco. Hoje, é uma unidade hoteleira, mas o Palácio de Seteais (cujo nome é inspirado na lenda dos sete ais) foi edificado no último quartel de século XVIII, pelo cônsul holandês Daniel Gildmeester. Nos finais desse século, a propriedade foi vendida ao Marquês de Marialva, Estribeiro-Mor do Reino, que acrescentou à primitiva construção um segundo núcleo, ligando-os por um arco encimado pelo brasão real e por um medalhão que contém as efígies de D. João VI e de D. Carlota Joaquina. Este arco permitiu, numa visão peculiar, avistar o Palácio Nacional da Pena, envolto em nevoeiro, aquele que é o mais completo e notável exemplar da arquitetura portuguesa do Romantismo. Remonta a 1839, quando o rei D. Fernando II, de Saxe Coburgo-Gotha, adquiriu as ruínas do Mosteiro Jerónimo de Nossa Senhora da Pena e iniciou a sua adaptação a palacete. Para dirigir as obras, chamou o Barão de Eschwege, que se inspirou nos palácios da Baviera, a fim de erguer este notável edifício.

A Serafim Leite participou, no dia 31 de maio, nas Olimpíadas da Rádio (2.ª edição), as quais contaram com a presença das 8 escolas finalistas das 150 nacionais que desenvolveram (e com qualidade) todos os desafios radiofónicos, ao longo deste ano letivo. De referir que fazem parte da Rede Rádio Escolas 178 estabelecimentos nacionais e 9 internacionais.

Os alunos envolvidos (10.º C, 11.º A e B) e professores (Dina Sarabando e Rui Gomes) deslocaram-se de São João da Madeira (que não, não pertence à ilha da Madeira, como foi pensado e referido) até à escola EB2,3 do Maxial, em Torres Vedras, para passarem um dia memorável e marcarem pela qualidade das suas iniciativas radiofónicas.

Assim, foram realizadas três provas, nas quais participaram os seguintes locutores: Rúben Marques (10.ºC), Lara Oliveira (11.ºA), Cláudio Silva, Edgar Vilas-Boas e Leonardo Santos, do 11.ºB.

«Marcar a Leitura» & «Narrativas Gráficas»

Mais um ano e novos trabalhos são expostos, de 23 de maio a 24 de junho, na galeria da Biblioteca Municipal de S. João da Madeira. Estamos a falar da grandiosa exposição com base nas narrativas gráficas e nos marcadores de livros realizados, de forma original, pelos alunos do nosso agrupamento, numa iniciativa integrada entre o PEM e a RBE do município de S. João da Madeira que, continuamente, abrem as portas à Arte e à Imaginação.

Com tecidos, papel e cartão,

marchámos numa tarde bem quentinha.

Assim, comemorámos o S. João

Pela arte da boa sardinha!

Educação Artística I 1.ºA

Os pátios escolares são locais de grande importância na aprendizagem fora da sala de aula: os alunos podem explorar a biodiversidade, as relações bióticas e abióticas, os fenómenos físicos e químicos e também recolher uma grande variedade de dados, sempre em ligação ao mundo natural.

O projeto de investigação «Poeiras nos pátios escolares» foi desenvolvido pelos alunos do 3.ºA da Escola Básica do Parque, em colaboração com a investigadora Carla Candeias, do Departamento de Geociências e da unidade de Geobiociências, Geoengenharias e Geotecnologias da Universidade de Aveiro.

Num ambiente de conexão com a natureza e os diferentes espaços de promoção diversificada de vida, as crianças do Jardim de Infância do Parque, da sala 3, vivenciaram e representaram, de forma colorida, o novode germinação de VIDA, flora e fauna, isto é, o " Charco Pedagógico".

 
 
 

Portal do AESL

logotipo ESCOLA EMAIL