Recentemente, decidi comprar uma pechincha no OLX. Quando me encontrei com o vendedor, parecia suspeito, um verdadeiro bico de obra. Ele tinha uma cara de caso e agia como um troca-tintas, evitando falar sobre documentos e manutenções, desviando a conversa. Tinha a matrícula na mala e algumas amolgadelas no carro. Fiz uma pausa e decidi fazer uma pesquisa sobre o carro com o VIN. Descobri que o carro tinha tido uma troca de tintas no histórico. Ao confrontá-lo, ficou nervoso. Então, decidi cancelar o negócio. Com esta situação, aprendi a nunca dar o braço a torcer em negócios de segunda mão. Rafael Almeida Costa

 

Numa tarde, estava a jogar e conheci o Bruno. Era um tipo porreiro, mas fiquei com a sensação de que era um troca-tintas, porque tanto dizia uma coisa como outra e admito que, por mais que tivesse o coração ao pé da boca, às vezes, deixava-me com os cabelos em pé, porque, quando estávamos a jogar call of duty, eu ficava com dor de cotovelo. No entanto, quando perdíamos, ele era o primeiro a dar a cara. Apesar de tudo, posso dizer que valeu a pena tê-lo conhecido e chamá-lo de amigo. Rafael Filipe Oliveira Costa e Rafael Lopes Lavoura

Havia um rapaz conhecido como João, que era verdadeiro um amigo de Peniche, pois não se podia confiar nele. Para além disso, os outros chamavam-no de amigo do alheio, pois parecia estar sempre no lugar errado à hora errada. Ele era o tipo de pessoa que seria descrita como um atraso de vida por muitos, sempre envolvido em situações complicadas que o impediam de progredir. Além disso, João tinha o hábito de ser um fala barato, sempre a prometer o que não podia fazer. E, mesmo quando as coisas davam errado, ele continuava a bater no ceguinho, sem perceber que precisava mudar a sua abordagem para evitar mais problemas. Tiago Magalhães e Tiago Marques

 

Na escola Serafim Leite, estava um belo dia e a turma do 12.°E começava o dia com a notícia de que desaparecera uma calculadora… que "bico de obra" ali estava! O professor perguntou à turma pela calculadora e o Roger estava "sempre a mandar bocas". O Ismael estava com "cara de caso", mas o Sequeira, como era "uma boa bisca", não foi confrontado com o assunto. Entretanto, o Duarte, que é "uma paz de alma" e "um zero a esquerda", deu um murro na mesa e mandou a turma fazer silêncio, deixando o João falar, já que ele tinha decifrado o culpado. João Costa e Fábio Paiva

 

12E

 

Era mais uma quinta-feira normal na nossa turma, o professor estava outra vez a dar na cabeça do João por ele ser um fala-barato e estar sempre a distrair os colegas. Este cenário já era o pão nosso de cada dia, mas, naquele dia, foi diferente, pois o professor passou-se dos carretos, fartou-se de bater no ceguinho e mandou o João porta fora. A partir desse momento, não houve mais chinfrim, cortando-se o mal pela raiz. Gabriel Gomes e Pedro Lourenço

 

O António é conhecido pelos seus “negócios da China” e está sempre em busca de oportunidades lucrativas. Algumas pessoas consideram-no um fala-barato, mas ele prova a sua competência como uma boa bisca. Apesar de ser um pobre diabo, tem boas conexões, como os amigos de Peniche. António Santos

 

Hoje, neste dia chuvoso, cheguei à escola e vi a Mariana a fazer olhinhos ao Miguel, mas, de repente, vi a Mafalda a correr para o Miguel, porque ela tem “dor de cotovelo”. O Miguel é um “paz de alma” e não quer confusão, por isso fala com elas. No entanto, a Mafalda fala demasiado, pois ela tem o coração ao pé da boca. O Miguel não se importa, pois faz-lhes companhia de braços abertos. No final de tudo, o Miguel ganhou duas amigas em quem pode confiar. Pedro Seixas e Miguel Martins


 
 
 

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