À semelhança do ano passado, durante o evento CIDADE DO JARDIM, foram recolhidas assinaturas para vários casos da AI :

- Drama humanitário dos migrantes no Mediterrâneo – apelo aos líderes europeus para que as fronteiras europeias não sejam construídas à custa do sangue e desespero de quem tenta a salvação neste continente - carta dirigida ao Primeiro-ministro Pedro Passos Coelho;

- Dilorom Abdukadirova, condenada a 18 anos de prisão por participar numa manifestação e Erkin Musae, condenado a 20 de anos de prisão por confissão extraída sob tortura – ambos os casos do Uzbequistão. Foi ainda assinada uma petição dirigida ao presidente desse país apelando a que seja emitido um decreto presidencial que exija a alteração do Código de Processo Penal no sentido de que este passe a incluir uma proibição absoluta e explícita do uso da tortura para obter para obter confissões e o uso destas provas em tribunal.

- Noxolo Nogwaza, violada e assassinada por ser lésbica, na África do Sul. Apelo a que a polícia de Tsakane realize todos os esforços para a investigação minuciosa da morte de Noxolo Nogwaza e providencie informações à sua família e amigos relativamente ao progresso alcançado.

- «Vamos acender as luzes na Síria» - 83% das luzes da Síria foram apagadas nos 4 anos de conflito; 10 milhões de pessoas tiveram de fugir das suas casas. Petição dirigida aos líderes dos cinco países membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas no sentido de providenciarem reposta humanitária às vítimas do conflito; parar o ataque a civis e procurar uma solução política que respeite os direitos humanos.

- Manifesto «MEU CORPO, MEUS DIREITOS», dirigido aos líderes mundiais. Este apelo tem como objetivo impedir que vários governos e outras entidades imponham restrições à vida privada das mulheres no que diz respeito à sua sexualidade, relações e controlo da natalidade. São sete princípios que pretendem proteger os direitos das mulheres.

- Raif Badawi, da Arábia Saudita – apelo dirigido ao Rei Abdullah Saud a que liberte imediata e incondicionalmente Raif Badawi, preso apenas por ter exercido pacificamente os seus direitos de liberdade de expressão e de reunião. O Governo da Arábia Saudita deverá anular a condenação de Raif: sentença a pena de 10 anos de prisão e a 1000 chicotadas; parar de acusar ativistas com acusações de «apostasia», punível com a morte.

A comunidade de São João da Madeira mostrou-se muito sensível a estes casos de grave violação dos direitos humanos, tendo sido recolhidas 7929 assinaturas.

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